sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Casebre cheio de Alma


Em um casebre muito simples morava uma família muito feliz apesar da vida que tinha. O chefe dessa família era Joaquim um homem alegre e de bem com a vida.
  Que parecia não se importa em na ter dinheiro luxo e procurava passa as filha Tatiana  e Alice, que o importante é a pessoa ter caratê; Mas Alice não pensava assim no suportava mora em uma rua que nem causada era. Certo dia Felipa uma amiga pergunto a menina:  Onde mora Alice.
 – Moro num condomínio aqui perto do colégio. Por quê?
– Quero te manda o convite do meu aniversario. Alice deu o endereço do trabalho onde sua mãe trabalhava como uma empregada domestica. – Mande o convite para o endereço, que estou anotando.
 – Qual o nome de sua mãe?
 – Emilia Duarte.
  O convite então chegou ao emprego de Emilia. A patroa Simone não gosto nada de Emilia dar o endereço da casa dela.
 E quando Emilia servia o café á patroa falou já entregando o tal convite:  Emilia entregaram esse convite para um aniversario de dez anos em seu nome.
 Por favor, não dê mais o endereço da minha casa para ninguém.
Você trabalha aqui, mas não mora aqui.
 – Não dei seu endereço para ninguém; mas a meninha é colega de minha filha sim.
 Ao chega á sua casa falou Emilia entregando o convite á filha:  Filha esse convite é seu. Filha não dê mais o endereço de dona Simone  ela não gosto nada de receber esse convite.
 – Ir manda para onde para esse barro pobre! – É aqui que você mora não é na casa minha patroa: - Alice vai muito em breve vai agradece tudo que têm por conta de privações maiores do que têm hoje. Falou Tatiana
 – Do que está falando? Indagou a mãe. Falou Alice:  Deixa essa doida metida a para-normal.
 – Agora chega de papo vão as duas lavar as mãos. Mando a mãe. O dia da festa chegou, Alice foi então com a irmã.

No meio da festa que Alice sofre um acidente enquanto, aposta com as amiga que consegui pula  na piscina. Só que na hora do salto algo de errado; e a menina acabou perdendo os movimentos das pernas nos primeiros dias em casa a menina ficou só no quarto sem quere falar com ninguém. Até que uma manha a mãe foi até seu quarto lhe sacudiu e falou:  Alice acorda. Para quê? Parece tão cedo.
– Está na hora de ir por colégio.
 – Eu não vou mais para o colégio.
- Vai sim.
 – Todos vão ri de mim.
– Não vão ri não porque você não está pintada de palhaço.
 – Eu não vou e pronto.

– Você pára com essa besteira ou eu vou dar em você.

  A menina então deixou a mãe lhe arruma e foi para escola sem dá um pio.
 Alice passou o recreio triste ao ver as outras crianças correndo e ela presa naquela cadeira. Quando termino o recreio a irmã antes de ir para sua aula; levou Alice para aula dela.
 No almoço pergunto o pai:  Filha como foi a volta a escola?
– Que eu senhor acha uma droga. Respondeu Alice.
– Alice eu sei que é duro, mas essa é a sua realidade no momento. Você vai ter que enfrentá-la de frente. Disse o pai. – Lembre-se que têm o que planta você sabia que podia até perde sua vida naquela piscina e mesmo assim na hora de aparece para sua amiga não penso duas vezes. Falou Tatiana  – Mandem essa bruxa maldita cala a boca dela. – Tatiana filha come guetinha.
  No dia seguinte durante o recreio durante o recreio Felipa foi e Alice e Tatiana e fez o seguinte convite:  Menina  o que você acham de passa o fim de semana lá em casa? – Naquela mansão! É claro que vou. Falou Alice. – Nós vamos se pai e a mãe deixarem. Falou Tatiana.
– Mamãe liga para sua mãe e convida vocês. – Quem vai cuida da mana.
 – A empregada ora.
Á noite então Ângela ligou para Emilia.
– Alô aqui é Ângela mãe de Felipa.
 – Sim as garotas me falaram que você iria liga, mas você tem certeza que quer as meninas ai. Alice precisa de mais cuidado agora do que  outras meninas.
– Para isso é que ser empregados?
– Se não vai mesmo te dá trabalho as meninas vão. Na manha seguinte Felipa foi até Alice e falou: Ai, amigas feliz em passa o fim de semana lá em minha casa?
 – Estou sim.
 – No outro fim de semana só eu que vou dormir lá na sua casa.
 – Para que você quer passa o fim de semana  naquela casa pobreza.
 – Ser rica é bom não vou mentir, mas não é o mais importante na vida.
– O que é mais importante a minha felicidade a da minha família.
– Mas como pode não ser feliz no meio daquela riqueza toda?
– Mas só feliz. Apenas do mais valor a outra coisa.
 – Cada maluco com a sua mania. Durante o Almoço falou Alice: Não vejo á hora de chega o fim de semana.
–Alice só pensa nesse fim de semana. Falou Tatiana.
– Quer coisa melhor do que passa o fim de semana longe dessa pobreza.
– Alice você para com essa bobagem de ficar só pensando em bens matérias, que isso já está me irritando. Falou Joaquim á esposa:  Calma amor não está vendo, que isso é coisa de criança.

– Coisa de criança metida você quer dizer. Falou  Emilia. O fim, de semana então chegou Ande da saída das filhas Emilia conversa com ás filhas.
 – Se comporte. Na fale de boca, Digam pesam  favor, obriga e obedeçam os adultos.
 – Que saco mãe. Falou Alice.
 – Na próxima vez, que te der uma ordem e você ver com essa de saco mãe te dou tapa na boca. – Desculpa mãe. – Estou levando, as garotas...
 Falou Joaquim: – Pai o senhor vai com esse carro velho lá para Felipa.
 – Alice; falei, para parar com essas besteiras de quere banca o que não é.
 – Mas ir para aquela  casa com esse carro velho nada vê.
–“ Cala boca Alice, que já estou com volta de lhe dar uns tapas”. Falou a mãe.
– Alice filha não irrita a sua mãe.  
– Que saco. Emilia então deu no rosto de Alice; que chora.  – Eu avise não quero minha filha de doze anos falando como caminhoneiro.
– É filha isso não é jeito de uma moça falar. Mas você não precisa bate na criança Emilia. Vamos filhas. Falou Joaquim.
 Enquanto isso Angelina recomendava ao três filhos: Felipa, Tâmara e Sandro:  Se comporte Guiara vai ter mais duas criança, pra cuida. Quero que você colabore. Trate de obedece. – Eu não quero receber visita. Falou Sandro. – Como é seu pai e eu; é que mandamos aqui; no receberemos visita sim.
 Depois de conversa com os filhos a Angelina foi á cozinha e falou a cozinheira:  Hoje no almoço você por favor faça todas aquelas coisas que criança, que adoram. E para sobremesa faça soverte. Após falar com a cozinha Angelina foi até ária de serviço e falou:  Guiara vamos ter a visita de duas crianças colegas de Felipa.
  Umas delas é a menina que se acidento aqui na piscina. – Sim; mas ela não está paraplégica. – Está sim.
 – Mas eu não me sinto preparada para cuida dela.
 – Não têm mistério é uma criança como qualquer outra.
Só vai precisa dar banho, coloca-la no vaso, na cama, na cadeira.
– Se é como senhora está falando eu cuido dela. Tatiana e Alice  chegaram, com Joaquim. – Bom dia dona Angelina.
– Dona Angelina porque se temos a mesma idade. Guiara vem busca as coisas das meninas. Guiara fez o que a patroa mandou.
 – Bom agora vou indo Tatiana e Alice olhar o que nós conversamos dentro de casa. Falou Joaquim.
 – Não mesmo Joaquim vai toma um suco comigo lá na varanda.
 – Não quero dar trabalho.
 – Não vai me dá trabalho; vai dá  trabalho, pra empregada.
 – Está bem vou tomar esse suco com você.
– Já na varanda tomando um suco de uva pergunto Joaquim e Tavares?

 – está no escritório.
– Em pleno sábado?
– Conhece aquele ditado que gato sai os ratos fazem á festa esse ditado cabe perfeitamente para os empregado de meu marido.
– Mas vale á pena olha o lugar que vocês moram.
– Vale sim. Ser rico é bom como falar Sandro. Mas gostaria que Tavares ficasse mais em casa sinto tanta falta dele.
 – Mas ele está só preocupado em dar uma vida decente para você e, para criança.
 – Chega de me lamenta.
 Você que tinha tudo para está se lamentando; esta alegre. Me cinto tão culpada pelo o que houve com Alice.
 – Não se sintam foi, acidente.

 Eu sei, mas foi em minha casa me sinto responsável. –
 Criança são assim mesmo incontroláveis. – Como está o tratamento dela.
– O médico falar que é muito cedo saber se Alice vai anda novamente ou não.
 Enquanto isso no jardim pergunto Felipa á  Alice quando vai anda: –  Desculpa pergunta mas o que,  o médico  fala sobre você volta anda?
 – Quer me iludi falar, que talvez se caprichar na minha fisioterapia eu possa anda no futuro. Falou Tatiana:  Ela não vai anda enquanto não aprender o que têm que aprender com essa deficiência.

 – Do que ela está falando? Indagou Felipa. – Nada ela tem maninha de que pode prever o futuro.  Falou Tâmara você ver o futuro então o teremos para o almoço?
 – Arroz feijão, bife, batata frita e salada de alface.
 – Para Tatiana vou corta para a mãe está o que vai acontece. E foi exatamente o almoço. A noite quando todos dormiam Alice falava a Deus:  Desculpa por reclama da pobreza. Coloque-me, de pé, que não reclamo mais da vida. Alice então amanheceu sentindo suas pernas. E um mês depois estava de pé.

Fim.     










  

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Vinda a terra


                                                 

Em uma cidade pequena uma mãe criava cinco filhos sozinha dês de que o chefe de família Eduardo morre. “Eles viviam uma vida muito difícil; já que a situação financeira não era das melhores.   
   Ivan com quinze anos já trabalha para ajuda a sustenta a mãe os irmãos. Cássia umas das irmãs ficava cuidando dos irmãos, enquanto a mãe trabalhando. Mas tinha muita dificuldade em fazer com que os irmãos mais, novos lhe obedecem.
 Certo dia quando já estava anoitecendo Fernanda foi Cássia e falou: - Vou brinca com as meninas da rua lá fora.
– Não você sabe muito bem que mamãe não quer você andando na rua essa rua.
 – Só que ela não está aqui.
 – Mas estou, digo, você não vai. Dez minutos depois falou Cássia da cozinha achando que ela estava no quarto. – Fernanda venha aqui e coloque a mesa. Como Fernanda respondia cássia foi até o quarto; onde está Carlos que disse: - Fernanda não está aqui.  Cássia então Cássia procuro a irmã por toda casa, até que Rafael o mais novo do irmão disse: - A maninha saiu para saiu. Foi então, que Flavia a mãe chegou.
 – Então Fernanda saiu. Falou a mãe.
 – Eu falei que não quero você na rua á essa hora.
– Falei pra ela não ir, mas ela não me obedece.
 – Ela vai ver quando ela chega. Fernanda e os amigo brincavam no arrolho, que tinha perto de casa,  quando se a folgo. E perdeu os sentidos. Os amigos correram até a casa de Fernanda. Ao chegar á porta de sua casa Lídia bateu na porta. Flavia então atendeu.
 – Socorro dona Flavia Fernanda caiu na água. Foi então que Fernanda apareceu na porta são e salva.
  – Fernanda como você conseguiu sai da água? Pergunta a mãe. – Meu pai me salvo.
 – Entra e não diz bobagem e me espera lá no quarto uns minutos depois Flavia pegou a cinta e foi a o quarto de Fernanda bater na menina.   Pará mãe.  
– Isso é para você aprende que quando não estou quem manda em você é sua irmã. Agora vá jantar.
 – Não quero.
 – Estou mandando.
  No dia seguinte na mesa do café disse Flavia: - Quando eu chegar; quero essa casa brilhando e outra coisa quando eu chegar  todos em casa.
– Mãe posso não ir á aula eu fico limpando a casa no lugar das meninas. Falou Rafael.
 – Não mesmo você nem têm idade para ficar sozinha em casa; Então falou a mãe. Depois da aula então as criança voltaram da aula. Eduardo então esquentou o almoço Cássia então coloco a mesa. E a família então sentasse para almoça. Disse Eduardo: - Cássia cuida bem das crianças e você crianças obedeçam á cássia. Quando Flavia chegou encontro sua casa brilhando os filhos todos em casa.
– Mãe. Falou Cássia.
 – Oi filha. Estou louca de cansada e de fome coloca a mesa. Sim senhora.
  Durante o jantar falou Rafael: - Não quero comer.
– Criança, não tem quere. Rafael então começou a brinca com a comida a mãe em enristada falou: - Rafael se vai me enrola sobe. E, hoje não tem leite antes de dormir. Quando a mãe foi dormir cássia então foi prepara a madeira do irmão. Flavia no escuro do seu quanto começo a chora de desespero. De saudade do marido de medo de não conseguir torna os filhos pessoas correta ou mesmo de não conseguir  dar a eles tudo que uma criança necessita para crescer bem. Vendo a tristeza da mulher Eduardo então resolveu aparecer, para ela.
 – Olá Flavia.
 – Não. Não enlouquece tenho cinco filhos, para encaminha.
 – Você não está louca estou aqui mesmo.
– Como pode está aqui se você está morto.
 – Meu corpo pode está morto, mas meu espírito está sempre com a minha família.
 – Que bom que você está aqui. É tão difícil criar filho, sozinha.
 – Você não os criar sozinha sempre que meus filhos precisam de mim estou aqui.
 – É verdade que você salvo nossa filha ontem?
 – Sim fui eu.
– Ache que ela estava inventando aquela historia.
 – Não devia ter batido nela.
 Nossa filha; têm que aprende, que quando não estou ela têm que obedece Cássia e Ivan, existe outras maneira de impor  sua autoridade.
– Eu sei, mas essas crianças sabem como me tira do serio.
 – Você tem que aprende a manter calma desse jeito só vai conseguir que as crianças tenham medo de você.
 – Vou tenta, mas você saber que eles; não são fácil.  
– Mas você que têm que manter o controle lembre-se são crianças e crianças testam a paciência do adulto o tempo todo.
 – Bom conta com meu marido outra para discutir sobre a educação de nossos filhos.
– Também estou feliz em pode ajuda você a educa nossos filhos. O problema é que você passa tempo demais no trabalho e a coita da Cássia tem que fica cuidando dos irmãos, que não a obedece.
– Eu sei amor; mas não têm outro jeito.
 – Talvez tenha. Tire um curso de corte e costuma você sempre gosto tanto de lidar com essas coisas.
– Mas da onde vou tira dinheiro, para esse curso? Pode usa aquele relógio de ouro, que meu pai me deu.
– Mas é uma joia de família.
 – Meu pai não irá se importa.
– Coloca o relógio no prego. No dia seguinte antes de ir para o trabalho Olga foi fazer o que havia combinado com o marido. Em casa,  Cássio e Eduardo sofriam para tenta leva os irmãos, mais novos para escola.
 – Nem adianta existir hoje eu vou tira um dia de folga já que a mãe saiu mais e não pode me obriga a ir por colégio. Falou Rafael. – Nem eu. Disse Carlos.
 – Vão se apronta para o colégio que vocês vão atrasa da gente. Disse Cássia.
- Carlos e Rafael estão certos. Disse Fernanda.
 – Deixe de bobagem menino se não, eu vou desce a mão em você.
  Diz já bastante irritado Eduardo ao irmão.
– Está bem já estou indo. Falou Carlo.
 – Que jeito né. Disse Rafael. Era bom de mais para ser verdade. Disse Roberta. Os irmãos então foram para o colégio. Mas enquanto os irmãos foram para sala de aula Fernanda e sua colega Antônia; ficaram pela escola; fazendo das suas Antonias que havia levado um março de cigarro disse a Roberta mostrando o março a amiga: - Duvido que você consiga fuma mais de um cigarro; sozinha.
– Me dá esse Março aqui que vou ensina a você a não duvida de mim.
– As meninas foram então para o vestiário feminino os acederam um cigarro. Ao dar a primeira tragada Fernanda se afogo.
 – HEHEHE. Riu Roberta. Ao ver uma fumaça sair pela janela do banheiro a esperto Ricardo viu a fuma no banheiro e mesmo sendo o banheiro feminino entro lá. Pegou as duas meninas pelo  Braço e levo a sala de Teresa a diretora.
 – Teresa pegue essas duas meninas fumando no Banheiro. – Ricardo chame o irmão mais velho de Roberta. Ricardo então chamou Eduardo e Cássia.
 – Sim diretora. Falou Eduardo.
– Chame você e Cássia porque Fernanda foi pega fumando cigarro no banheiro.
 – Você vai ver quando chegar lá em casa.
    Disse Cássia.
   Roberta vai ganhar um dia de suspensão. Logo  chegada do seu lar, Cássia pego o chinelo e começo a dar na irmã.
 – Pará Cássia. Imploro Roberta. Eduardo esquentou o almoço e coloco a mesa. E os irmãos então sentaram a mesa durante o almoço disse: Eduardo: - Você Roberta nada de brinca na rua. – Ah não Eduardo já recebi castigo e quanto á mãe chega vai ser pior. Falou Roberta você que pensasse nisso antes de fazer a bobagem, que fez. Quando a mãe chegou Cássia foi até a mãe disse: - Oi mãe tenho uma coisa muito seria para lhe conta.
– O que aconteceu dessa vez?
– Roberta que foi pega fumando na escola. Responde Cássia.
 – O que deu dessa menina? Uns tempos pra cá nessa menina esta me dando mais trabalho, que os meninos a mãe foi até o quarto das meninas e disse sua peste o que você quer morre de câncer aos quarenta!
– Não me bate mãe.
– Não vou ter bater, mas amanha você fazer o almoço, limpa a casa tudo sozinha.
 – Mas é trabalho demais.
– É o que você precisa para Pará de pensa só em travessura.
  A família então sentasse o para jantar. -  Maninha dar a comida na boca para mim. Falou Carlos a Cássia.
 – Não maninho come sozinho como a mãe te falou para fazer.
 – Mas de meio dia você dá. Falou Carlos.
 – Carlos! Exclamo Cássio.
 – Quer dizer que Cássia também me desobedece. Falou a mãe.
 – É que ele é pequeno né mãe. Disse Cássia.
– Cássia você acha mesmo que não sei que quando as crianças  não janto você vai lá leva uns lanche para ele depois que vou dormir deixa que dó a comida para bebezinho.
 Ante de sair da mesa disse a mãe: - A partir do mês que vem vou trabalhar em casa.
 – Trabalhar com que mãe?
– Com costura
. – Que bom mãe assim  Você vai pode ficar mais com as crianças. Falou Eduardo.
– Mas você não precisa de um curso? Indago Cássio.
 – Empenhe o relógio do pai de você e vou fazer esse curso. Espero que não se importe. Respondeu a mãe.
 – Para mim o que a senhora decidir está decidido. Falar Eduardo. - Obrigado filho vou pegar esse relógio logo que poder. O negocio de Flavia então deu certo. Eduardo pode para de trabalhar. Cássia pode cuida de si mesma.

Fim.            

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Hora certa


                                                     Hora certa

Em um barro chamado Santa Teresa mora Adriana uma moça que tinha como Habito reclama da vida clara sua mãe sempre lhe fala que não havia motivo para ter pressa que tudo na vida tinha a sua hora certa.
  Certo dia Adriana foi até uma emissora fazer um teste para um papel em uma das novelas daquela emissora.
   Adriana, não conseguia passar para o tal teste e chegou á sua casa chorando e, sem nem cumprimenta a mãe foi para quarto chorando.
Clara então resolveu saber o que estava acontecendo com a filha. Bateu então na porta.
 – Não quero fala com ninguém. Falou a moça. – Deixa entra filha; quero saber o que aconteceu. – Depois agora eu não estou afim, de fala com ninguém.
 – Está bem filha quando quiser fala estou aqui. Mais tarde quando Adriana sentou a mesa, para jantar com a família Pergunto Clara a filha: –  Agora você pode dividir, com sua família o que foi que lhe aconteceu na rua, que lhe fez chega em casa as lagrima.
 – Posso sim cheguei á minha casa naquele estado porque não para em teste ártico Respondeu Adriana. Disse Lobato o pai: – Já não fale Pará com essa bobagem de quere ser artista.

– Mas é o meu sonho. Respondeu Adriana ao pai. – Deixa a menina Lobato. Filha se não conseguiu é porque não era hora de você seguir a carreira de atriz. Falou a mãe. Leandro o irmão de dez anos de Adriana fala: –  Espere uma semana e terá uma surpresa.
 – Do que está falando maninho? Perguntou Adriana ao irmão.
– Já mande Pará com essa coisa de fica vendo o futuro. Disse o pai.
 – Lobato deixa a criança ele não faz por quere ele tem um dom e não pode controla esse dom.
– E sei amor; eu só não quero as pessoas comece a usa isso em beneficio próprio. Falou o pai. – Leandro sabe que não deve sair contando por ai seu dom falou Clara. Uma semana então se passou e quando
 Adriana saiu com sua amiga Rosa para tomar um soverte.
Um homem, á observa enquanto tomava um soverte foi, quando a moça assustada falou a amiga:   Acho melhor nos irmos para casa não estou gostando do jeito que aquele homem olhar para cá.
– Deixa de bobagem. O homem se aproximou.
 – Oi garota é Fabiano só de uma agencia de modelos. Disse o homem ás meninas.
 – Eu tenho interesse em ser atriz agora modelo eu nunca pensei em ser. Falou Adriana.
– Pois devia você é uma moça muito bonita. Aqui está meu cartão.
Boa tarde para você.  Falou o Homem.
 – Boa tarde. Falou Adriana.
 – Boa tarde Disse  Rosa. Assim que Fabiano se retirou disse Adriana: –  Vou por esse Cartão fora não quero ser modelo. Quero ser atriz.
– Não amiga não coloque esse cartão fora.
 – Para que quero esse cartão?!
 Não me interessa ser modelo a minha praia não é essa.
– Quem sabe se você aceita esse convite você não paga o curso de atriz que tanto quer.
 – Você pode ter razão, mas primeiro vou fala com minha mãe não se esqueça que ainda só menor de idade e com esse maluco que anda hoje dia ai.
  Ao chega á sua casa falou a moça a mãe já entregando o tal cartão á suas irmãos: –  Mãe o que você acha disso?
– Um cartão de um rapaz de uma agencia de modelo. – Acho que você é bonita o bastante para ser modelo, mas eu como sua mãe, tenho obrigação de sela por sua segurança, então primeiro vou eu lá se estiver tudo certo você vai.
  No dia seguinte então clara foi, até agencia e falou a secretaria: –  Por favor quero fala com seu Fabiano.
 – A será marco hora.
 – Não, mas ele deu esse cartão para minha filha. – Vou ver o que posso fazer.
 A secretaria então falou com Fabiano pelo interfone: –  Fabiano está aqui uma senhora que falou, que você deu o seu cartão para filha dela. – Mande a entra. Clara, adentro a sala de Fabiano.
 – Boa tarde seu Fabiano.
 – Boa tarde Aceita um café, uma água?
  – Dona?!  
– Clara e não vou queira nem água nem café.
 – Sentar Clara. Sentou-se e falou: –   mãe daquela moça que estava lá na soverteria.
 – Aquela linda moça.
– Muito obrigada.
 Vim aqui para ter certeza de que se tratava de uma agencia seria o senhor sabe como estão as coisas hoje em dia.
 – Em primeiro lugar vamos tira esse senhor e em segundo, tenha certeza de que sua filha não corre perigou nem um aqui.
– De qualquer jeito prefiro falar com outra mãe antes de deixa Adriana trabalhar com vocês.
 – Se isso a deixara tranqüila  posso pedir á outra mãe que converse com a senhora.
 – obrigada seu...
– Seu!
 – Fabio.
 Vou liga agora mesmo Para Irene mãe de uma da nossa modelos, Fabiano então ligou para casa de Irene quem atende foi Crê sua modelo.
 – Alô.
– Oi! Crê tudo bem?
– Tudo bom.
 – Posso fala com sua mãe?
 – Só um momento. Crê levo o telefone sem fio, até a varanda. E já dando o telefone na mão da mãe  falou a mãe: ­–  Fabiano quer, fala com você.  Irene colocou o fone na orelha.
 – Oi Fabiano.
 – Como vai Irene?
– Vou bem.
 – Ligue para lhe pedir um favor.
– Pesa Então.
  – Desejo que fale com uma mãe de uma menina, que quero que seja minha modelo.
Ela que ter certeza que a filha dela está em boas mãos.
– Claro falo sim com essa senhora.
– Quando seria esse encontro?
 – Vou passa para ela.
 Fabiano então entregou o fone do telefone para Clara.
– Olá dona Irene.
– Olá quando poderíamos ter essa conversa? – Amanham ás duas tardes, aqui mesmo. –

 Então está combinado.  
– Até amanha.
No dia seguinte então Irene foi ao encontro de Clara, que a esperava na sala de Fabiano.
 Quando Irene chegou Clara levanto e troco beijo com Irene.

 – Vamos sente-se. Falou Fabiano.
 –Tudo bem Fabiano.
– Tudo bem Irene.
 – Gostaria de conhece a senhora melhor com a sua casa, sua família para ter certeza realmente de que estou falando com gente seria.
   – Nós lá temos cara de miserais.
 – Não têm, mas quem ver cara não ver coração. Falou Clara.
 – Não posso dizer que tirou sua razão quando se trata da segurança de meus filhos eu não me comporto muito diferente vamos faze o seguinte eu marco uma jantar em minha casa convido outras mãe de modelos aqui da Beleza Garantida.
 – Seria melhor que tal no sábado iria sábado está bem para mim.
– Até sábado.
 – A mais o menos que hora?
 – Lá 19:h
 – Até lá. As mães se despediram  com beijo no rosto.
O Sábado então chegou Adriana e Clara então passaram o dia se arrumando para o tal e quando as duas iam saindo falou Leandro a mãe: –  Hoje a noite terá uma faz surpresa.
– Que Surpresa filho?
 – Não dizer ao certo que surpresa. É uma coisa, que a senhora procuro muitos anos e não conseguiu encontra. Clara e a filha então foram o ao tal jantar.
 – Quem atendeu foi, a empregada. Em com olhar bate surpreso falou Clara a empregada: –  Vitória. – Conhece, ela mãe?
 – Sua tia Vitória; que fugir de casa aos quinzes anos de idade depois de uma briga com a mãe.
 – Como eu me arrependo se eu tivesse seguido os conselhos da mãe eu não seria uma criada hoje. Falou Vitória.
 – Essa aqui sua sóbria Adriana. Falou Clara.
 – Oi tia. Cumprimento Adriana. Bom agora eu vou entra com Adriana se não vão falar que eu não tenho um pingo de educação.
 Amanha você almoça lá em casa botamos a conversa em dia.
Quando chega á sua casa perguntou Leandro: –  A que hora a visita chega?
– Amanha não teremos visita nem um menino. Falou Lobato.
– Teremos sim.
   Convido gente para cá logo amanha que você têm tanta coisa para você fazer lá na sua loja.
 – Pai não é uma visita qualquer é tia Vitória. Falou Adriana.
– Ela vai traze chocolate para mim. Falou Leandro. – Sua irmã!  Mas onde viu ela?
 – Ela é empregada de Irene.
 – Quando dona Edite descobri que a filha mais nova dela virou empregada domestica não quero nem vè. – O importante é que minha irmã está perto de mim novamente depois de dez anos de procura.
 Depois eu tenho uma conversa  com ela e a convenço a volta a estuda para poder ter uma vida melhor um  emprego.
No dia seguinte Vitória ao chega á sua casa da irmã encontrou á porta a porta aberta adentro casa. Os sóbrios que estavam na sala de estar foram, até ela. – Oi tia. Esse aqui é Leandro.
– Oi Leandro sou a tia Vitória te pegue no colo sabia troce um chocolate para você.
– Obrigado tia. Agradece o menino. Falou Adriana passa tia á mãe está lá na cozinha. Vitória então foi até a cozinha.
 – Oi Clara.
 – Tudo bom mana.
 – Precisa de ajuda?
– Você é visita, mas eu vou aceita.
Á mesa durante o jantar perguntou Vitória.
 – Adriana vai ser modelo?
 – Para meu Desgosto. Falou Lobato.
– Lobato não suporta a ideia de Adriana segui a profissão de modelo ou atriz. Falou Clara.
 – Não suporto mesmo. Mas que minha princesa que tanto! Disse Lobato.

– Dês de que Adriana era pequena Que você não sabe, dizer não para Adriana. Lembro de uma vez que Clara saiu e deixo você com as crianças e Adriana pediu chocolate as oito da manha e quando e, quando você disse não ela choro tanto, que você acabou dando o tal chocolate a ela. Falou Clara.
No dia seguinte Clara ligou para Fabiano e disse: - Olá Fabiano.
 – Oi Dona Clara.
 – Estou ligando para fala, Adriana pode trabalha, na Beleza Garantida.
 – Que bom!
  Depois de dois anos trabalhando como modelo Adriana ganho, participação em uma novela. Onde fazia ela mesma.
 O autor da novela gosto tanto dela que a escalo para sua próxima novela. A primeira, de muitas novela  ainda iria trabalhar.  

Fim.