sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Casebre cheio de Alma


Em um casebre muito simples morava uma família muito feliz apesar da vida que tinha. O chefe dessa família era Joaquim um homem alegre e de bem com a vida.
  Que parecia não se importa em na ter dinheiro luxo e procurava passa as filha Tatiana  e Alice, que o importante é a pessoa ter caratê; Mas Alice não pensava assim no suportava mora em uma rua que nem causada era. Certo dia Felipa uma amiga pergunto a menina:  Onde mora Alice.
 – Moro num condomínio aqui perto do colégio. Por quê?
– Quero te manda o convite do meu aniversario. Alice deu o endereço do trabalho onde sua mãe trabalhava como uma empregada domestica. – Mande o convite para o endereço, que estou anotando.
 – Qual o nome de sua mãe?
 – Emilia Duarte.
  O convite então chegou ao emprego de Emilia. A patroa Simone não gosto nada de Emilia dar o endereço da casa dela.
 E quando Emilia servia o café á patroa falou já entregando o tal convite:  Emilia entregaram esse convite para um aniversario de dez anos em seu nome.
 Por favor, não dê mais o endereço da minha casa para ninguém.
Você trabalha aqui, mas não mora aqui.
 – Não dei seu endereço para ninguém; mas a meninha é colega de minha filha sim.
 Ao chega á sua casa falou Emilia entregando o convite á filha:  Filha esse convite é seu. Filha não dê mais o endereço de dona Simone  ela não gosto nada de receber esse convite.
 – Ir manda para onde para esse barro pobre! – É aqui que você mora não é na casa minha patroa: - Alice vai muito em breve vai agradece tudo que têm por conta de privações maiores do que têm hoje. Falou Tatiana
 – Do que está falando? Indagou a mãe. Falou Alice:  Deixa essa doida metida a para-normal.
 – Agora chega de papo vão as duas lavar as mãos. Mando a mãe. O dia da festa chegou, Alice foi então com a irmã.

No meio da festa que Alice sofre um acidente enquanto, aposta com as amiga que consegui pula  na piscina. Só que na hora do salto algo de errado; e a menina acabou perdendo os movimentos das pernas nos primeiros dias em casa a menina ficou só no quarto sem quere falar com ninguém. Até que uma manha a mãe foi até seu quarto lhe sacudiu e falou:  Alice acorda. Para quê? Parece tão cedo.
– Está na hora de ir por colégio.
 – Eu não vou mais para o colégio.
- Vai sim.
 – Todos vão ri de mim.
– Não vão ri não porque você não está pintada de palhaço.
 – Eu não vou e pronto.

– Você pára com essa besteira ou eu vou dar em você.

  A menina então deixou a mãe lhe arruma e foi para escola sem dá um pio.
 Alice passou o recreio triste ao ver as outras crianças correndo e ela presa naquela cadeira. Quando termino o recreio a irmã antes de ir para sua aula; levou Alice para aula dela.
 No almoço pergunto o pai:  Filha como foi a volta a escola?
– Que eu senhor acha uma droga. Respondeu Alice.
– Alice eu sei que é duro, mas essa é a sua realidade no momento. Você vai ter que enfrentá-la de frente. Disse o pai. – Lembre-se que têm o que planta você sabia que podia até perde sua vida naquela piscina e mesmo assim na hora de aparece para sua amiga não penso duas vezes. Falou Tatiana  – Mandem essa bruxa maldita cala a boca dela. – Tatiana filha come guetinha.
  No dia seguinte durante o recreio durante o recreio Felipa foi e Alice e Tatiana e fez o seguinte convite:  Menina  o que você acham de passa o fim de semana lá em casa? – Naquela mansão! É claro que vou. Falou Alice. – Nós vamos se pai e a mãe deixarem. Falou Tatiana.
– Mamãe liga para sua mãe e convida vocês. – Quem vai cuida da mana.
 – A empregada ora.
Á noite então Ângela ligou para Emilia.
– Alô aqui é Ângela mãe de Felipa.
 – Sim as garotas me falaram que você iria liga, mas você tem certeza que quer as meninas ai. Alice precisa de mais cuidado agora do que  outras meninas.
– Para isso é que ser empregados?
– Se não vai mesmo te dá trabalho as meninas vão. Na manha seguinte Felipa foi até Alice e falou: Ai, amigas feliz em passa o fim de semana lá em minha casa?
 – Estou sim.
 – No outro fim de semana só eu que vou dormir lá na sua casa.
 – Para que você quer passa o fim de semana  naquela casa pobreza.
 – Ser rica é bom não vou mentir, mas não é o mais importante na vida.
– O que é mais importante a minha felicidade a da minha família.
– Mas como pode não ser feliz no meio daquela riqueza toda?
– Mas só feliz. Apenas do mais valor a outra coisa.
 – Cada maluco com a sua mania. Durante o Almoço falou Alice: Não vejo á hora de chega o fim de semana.
–Alice só pensa nesse fim de semana. Falou Tatiana.
– Quer coisa melhor do que passa o fim de semana longe dessa pobreza.
– Alice você para com essa bobagem de ficar só pensando em bens matérias, que isso já está me irritando. Falou Joaquim á esposa:  Calma amor não está vendo, que isso é coisa de criança.

– Coisa de criança metida você quer dizer. Falou  Emilia. O fim, de semana então chegou Ande da saída das filhas Emilia conversa com ás filhas.
 – Se comporte. Na fale de boca, Digam pesam  favor, obriga e obedeçam os adultos.
 – Que saco mãe. Falou Alice.
 – Na próxima vez, que te der uma ordem e você ver com essa de saco mãe te dou tapa na boca. – Desculpa mãe. – Estou levando, as garotas...
 Falou Joaquim: – Pai o senhor vai com esse carro velho lá para Felipa.
 – Alice; falei, para parar com essas besteiras de quere banca o que não é.
 – Mas ir para aquela  casa com esse carro velho nada vê.
–“ Cala boca Alice, que já estou com volta de lhe dar uns tapas”. Falou a mãe.
– Alice filha não irrita a sua mãe.  
– Que saco. Emilia então deu no rosto de Alice; que chora.  – Eu avise não quero minha filha de doze anos falando como caminhoneiro.
– É filha isso não é jeito de uma moça falar. Mas você não precisa bate na criança Emilia. Vamos filhas. Falou Joaquim.
 Enquanto isso Angelina recomendava ao três filhos: Felipa, Tâmara e Sandro:  Se comporte Guiara vai ter mais duas criança, pra cuida. Quero que você colabore. Trate de obedece. – Eu não quero receber visita. Falou Sandro. – Como é seu pai e eu; é que mandamos aqui; no receberemos visita sim.
 Depois de conversa com os filhos a Angelina foi á cozinha e falou a cozinheira:  Hoje no almoço você por favor faça todas aquelas coisas que criança, que adoram. E para sobremesa faça soverte. Após falar com a cozinha Angelina foi até ária de serviço e falou:  Guiara vamos ter a visita de duas crianças colegas de Felipa.
  Umas delas é a menina que se acidento aqui na piscina. – Sim; mas ela não está paraplégica. – Está sim.
 – Mas eu não me sinto preparada para cuida dela.
 – Não têm mistério é uma criança como qualquer outra.
Só vai precisa dar banho, coloca-la no vaso, na cama, na cadeira.
– Se é como senhora está falando eu cuido dela. Tatiana e Alice  chegaram, com Joaquim. – Bom dia dona Angelina.
– Dona Angelina porque se temos a mesma idade. Guiara vem busca as coisas das meninas. Guiara fez o que a patroa mandou.
 – Bom agora vou indo Tatiana e Alice olhar o que nós conversamos dentro de casa. Falou Joaquim.
 – Não mesmo Joaquim vai toma um suco comigo lá na varanda.
 – Não quero dar trabalho.
 – Não vai me dá trabalho; vai dá  trabalho, pra empregada.
 – Está bem vou tomar esse suco com você.
– Já na varanda tomando um suco de uva pergunto Joaquim e Tavares?

 – está no escritório.
– Em pleno sábado?
– Conhece aquele ditado que gato sai os ratos fazem á festa esse ditado cabe perfeitamente para os empregado de meu marido.
– Mas vale á pena olha o lugar que vocês moram.
– Vale sim. Ser rico é bom como falar Sandro. Mas gostaria que Tavares ficasse mais em casa sinto tanta falta dele.
 – Mas ele está só preocupado em dar uma vida decente para você e, para criança.
 – Chega de me lamenta.
 Você que tinha tudo para está se lamentando; esta alegre. Me cinto tão culpada pelo o que houve com Alice.
 – Não se sintam foi, acidente.

 Eu sei, mas foi em minha casa me sinto responsável. –
 Criança são assim mesmo incontroláveis. – Como está o tratamento dela.
– O médico falar que é muito cedo saber se Alice vai anda novamente ou não.
 Enquanto isso no jardim pergunto Felipa á  Alice quando vai anda: –  Desculpa pergunta mas o que,  o médico  fala sobre você volta anda?
 – Quer me iludi falar, que talvez se caprichar na minha fisioterapia eu possa anda no futuro. Falou Tatiana:  Ela não vai anda enquanto não aprender o que têm que aprender com essa deficiência.

 – Do que ela está falando? Indagou Felipa. – Nada ela tem maninha de que pode prever o futuro.  Falou Tâmara você ver o futuro então o teremos para o almoço?
 – Arroz feijão, bife, batata frita e salada de alface.
 – Para Tatiana vou corta para a mãe está o que vai acontece. E foi exatamente o almoço. A noite quando todos dormiam Alice falava a Deus:  Desculpa por reclama da pobreza. Coloque-me, de pé, que não reclamo mais da vida. Alice então amanheceu sentindo suas pernas. E um mês depois estava de pé.

Fim.     










  

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Vinda a terra


                                                 

Em uma cidade pequena uma mãe criava cinco filhos sozinha dês de que o chefe de família Eduardo morre. “Eles viviam uma vida muito difícil; já que a situação financeira não era das melhores.   
   Ivan com quinze anos já trabalha para ajuda a sustenta a mãe os irmãos. Cássia umas das irmãs ficava cuidando dos irmãos, enquanto a mãe trabalhando. Mas tinha muita dificuldade em fazer com que os irmãos mais, novos lhe obedecem.
 Certo dia quando já estava anoitecendo Fernanda foi Cássia e falou: - Vou brinca com as meninas da rua lá fora.
– Não você sabe muito bem que mamãe não quer você andando na rua essa rua.
 – Só que ela não está aqui.
 – Mas estou, digo, você não vai. Dez minutos depois falou Cássia da cozinha achando que ela estava no quarto. – Fernanda venha aqui e coloque a mesa. Como Fernanda respondia cássia foi até o quarto; onde está Carlos que disse: - Fernanda não está aqui.  Cássia então Cássia procuro a irmã por toda casa, até que Rafael o mais novo do irmão disse: - A maninha saiu para saiu. Foi então, que Flavia a mãe chegou.
 – Então Fernanda saiu. Falou a mãe.
 – Eu falei que não quero você na rua á essa hora.
– Falei pra ela não ir, mas ela não me obedece.
 – Ela vai ver quando ela chega. Fernanda e os amigo brincavam no arrolho, que tinha perto de casa,  quando se a folgo. E perdeu os sentidos. Os amigos correram até a casa de Fernanda. Ao chegar á porta de sua casa Lídia bateu na porta. Flavia então atendeu.
 – Socorro dona Flavia Fernanda caiu na água. Foi então que Fernanda apareceu na porta são e salva.
  – Fernanda como você conseguiu sai da água? Pergunta a mãe. – Meu pai me salvo.
 – Entra e não diz bobagem e me espera lá no quarto uns minutos depois Flavia pegou a cinta e foi a o quarto de Fernanda bater na menina.   Pará mãe.  
– Isso é para você aprende que quando não estou quem manda em você é sua irmã. Agora vá jantar.
 – Não quero.
 – Estou mandando.
  No dia seguinte na mesa do café disse Flavia: - Quando eu chegar; quero essa casa brilhando e outra coisa quando eu chegar  todos em casa.
– Mãe posso não ir á aula eu fico limpando a casa no lugar das meninas. Falou Rafael.
 – Não mesmo você nem têm idade para ficar sozinha em casa; Então falou a mãe. Depois da aula então as criança voltaram da aula. Eduardo então esquentou o almoço Cássia então coloco a mesa. E a família então sentasse para almoça. Disse Eduardo: - Cássia cuida bem das crianças e você crianças obedeçam á cássia. Quando Flavia chegou encontro sua casa brilhando os filhos todos em casa.
– Mãe. Falou Cássia.
 – Oi filha. Estou louca de cansada e de fome coloca a mesa. Sim senhora.
  Durante o jantar falou Rafael: - Não quero comer.
– Criança, não tem quere. Rafael então começou a brinca com a comida a mãe em enristada falou: - Rafael se vai me enrola sobe. E, hoje não tem leite antes de dormir. Quando a mãe foi dormir cássia então foi prepara a madeira do irmão. Flavia no escuro do seu quanto começo a chora de desespero. De saudade do marido de medo de não conseguir torna os filhos pessoas correta ou mesmo de não conseguir  dar a eles tudo que uma criança necessita para crescer bem. Vendo a tristeza da mulher Eduardo então resolveu aparecer, para ela.
 – Olá Flavia.
 – Não. Não enlouquece tenho cinco filhos, para encaminha.
 – Você não está louca estou aqui mesmo.
– Como pode está aqui se você está morto.
 – Meu corpo pode está morto, mas meu espírito está sempre com a minha família.
 – Que bom que você está aqui. É tão difícil criar filho, sozinha.
 – Você não os criar sozinha sempre que meus filhos precisam de mim estou aqui.
 – É verdade que você salvo nossa filha ontem?
 – Sim fui eu.
– Ache que ela estava inventando aquela historia.
 – Não devia ter batido nela.
 Nossa filha; têm que aprende, que quando não estou ela têm que obedece Cássia e Ivan, existe outras maneira de impor  sua autoridade.
– Eu sei, mas essas crianças sabem como me tira do serio.
 – Você tem que aprende a manter calma desse jeito só vai conseguir que as crianças tenham medo de você.
 – Vou tenta, mas você saber que eles; não são fácil.  
– Mas você que têm que manter o controle lembre-se são crianças e crianças testam a paciência do adulto o tempo todo.
 – Bom conta com meu marido outra para discutir sobre a educação de nossos filhos.
– Também estou feliz em pode ajuda você a educa nossos filhos. O problema é que você passa tempo demais no trabalho e a coita da Cássia tem que fica cuidando dos irmãos, que não a obedece.
– Eu sei amor; mas não têm outro jeito.
 – Talvez tenha. Tire um curso de corte e costuma você sempre gosto tanto de lidar com essas coisas.
– Mas da onde vou tira dinheiro, para esse curso? Pode usa aquele relógio de ouro, que meu pai me deu.
– Mas é uma joia de família.
 – Meu pai não irá se importa.
– Coloca o relógio no prego. No dia seguinte antes de ir para o trabalho Olga foi fazer o que havia combinado com o marido. Em casa,  Cássio e Eduardo sofriam para tenta leva os irmãos, mais novos para escola.
 – Nem adianta existir hoje eu vou tira um dia de folga já que a mãe saiu mais e não pode me obriga a ir por colégio. Falou Rafael. – Nem eu. Disse Carlos.
 – Vão se apronta para o colégio que vocês vão atrasa da gente. Disse Cássia.
- Carlos e Rafael estão certos. Disse Fernanda.
 – Deixe de bobagem menino se não, eu vou desce a mão em você.
  Diz já bastante irritado Eduardo ao irmão.
– Está bem já estou indo. Falou Carlo.
 – Que jeito né. Disse Rafael. Era bom de mais para ser verdade. Disse Roberta. Os irmãos então foram para o colégio. Mas enquanto os irmãos foram para sala de aula Fernanda e sua colega Antônia; ficaram pela escola; fazendo das suas Antonias que havia levado um março de cigarro disse a Roberta mostrando o março a amiga: - Duvido que você consiga fuma mais de um cigarro; sozinha.
– Me dá esse Março aqui que vou ensina a você a não duvida de mim.
– As meninas foram então para o vestiário feminino os acederam um cigarro. Ao dar a primeira tragada Fernanda se afogo.
 – HEHEHE. Riu Roberta. Ao ver uma fumaça sair pela janela do banheiro a esperto Ricardo viu a fuma no banheiro e mesmo sendo o banheiro feminino entro lá. Pegou as duas meninas pelo  Braço e levo a sala de Teresa a diretora.
 – Teresa pegue essas duas meninas fumando no Banheiro. – Ricardo chame o irmão mais velho de Roberta. Ricardo então chamou Eduardo e Cássia.
 – Sim diretora. Falou Eduardo.
– Chame você e Cássia porque Fernanda foi pega fumando cigarro no banheiro.
 – Você vai ver quando chegar lá em casa.
    Disse Cássia.
   Roberta vai ganhar um dia de suspensão. Logo  chegada do seu lar, Cássia pego o chinelo e começo a dar na irmã.
 – Pará Cássia. Imploro Roberta. Eduardo esquentou o almoço e coloco a mesa. E os irmãos então sentaram a mesa durante o almoço disse: Eduardo: - Você Roberta nada de brinca na rua. – Ah não Eduardo já recebi castigo e quanto á mãe chega vai ser pior. Falou Roberta você que pensasse nisso antes de fazer a bobagem, que fez. Quando a mãe chegou Cássia foi até a mãe disse: - Oi mãe tenho uma coisa muito seria para lhe conta.
– O que aconteceu dessa vez?
– Roberta que foi pega fumando na escola. Responde Cássia.
 – O que deu dessa menina? Uns tempos pra cá nessa menina esta me dando mais trabalho, que os meninos a mãe foi até o quarto das meninas e disse sua peste o que você quer morre de câncer aos quarenta!
– Não me bate mãe.
– Não vou ter bater, mas amanha você fazer o almoço, limpa a casa tudo sozinha.
 – Mas é trabalho demais.
– É o que você precisa para Pará de pensa só em travessura.
  A família então sentasse o para jantar. -  Maninha dar a comida na boca para mim. Falou Carlos a Cássia.
 – Não maninho come sozinho como a mãe te falou para fazer.
 – Mas de meio dia você dá. Falou Carlos.
 – Carlos! Exclamo Cássio.
 – Quer dizer que Cássia também me desobedece. Falou a mãe.
 – É que ele é pequeno né mãe. Disse Cássia.
– Cássia você acha mesmo que não sei que quando as crianças  não janto você vai lá leva uns lanche para ele depois que vou dormir deixa que dó a comida para bebezinho.
 Ante de sair da mesa disse a mãe: - A partir do mês que vem vou trabalhar em casa.
 – Trabalhar com que mãe?
– Com costura
. – Que bom mãe assim  Você vai pode ficar mais com as crianças. Falou Eduardo.
– Mas você não precisa de um curso? Indago Cássio.
 – Empenhe o relógio do pai de você e vou fazer esse curso. Espero que não se importe. Respondeu a mãe.
 – Para mim o que a senhora decidir está decidido. Falar Eduardo. - Obrigado filho vou pegar esse relógio logo que poder. O negocio de Flavia então deu certo. Eduardo pode para de trabalhar. Cássia pode cuida de si mesma.

Fim.