Em um casebre muito simples morava uma família muito feliz apesar da vida que tinha. O chefe dessa família era Joaquim um homem alegre e de bem com a vida.
Que parecia não se importa em na ter dinheiro luxo e procurava passa as filha Tatiana e Alice, que o importante é a pessoa ter caratê; Mas Alice não pensava assim no suportava mora em uma rua que nem causada era. Certo dia Felipa uma amiga pergunto a menina: – Onde mora Alice.
– Moro num condomínio aqui perto do colégio. Por quê?
– Quero te manda o convite do meu aniversario. Alice deu o endereço do trabalho onde sua mãe trabalhava como uma empregada domestica. – Mande o convite para o endereço, que estou anotando.
– Qual o nome de sua mãe?
– Emilia Duarte.
O convite então chegou ao emprego de Emilia. A patroa Simone não gosto nada de Emilia dar o endereço da casa dela.
E quando Emilia servia o café á patroa falou já entregando o tal convite: – Emilia entregaram esse convite para um aniversario de dez anos em seu nome.
Por favor, não dê mais o endereço da minha casa para ninguém.
Você trabalha aqui, mas não mora aqui.
– Não dei seu endereço para ninguém; mas a meninha é colega de minha filha sim.
Ao chega á sua casa falou Emilia entregando o convite á filha: – Filha esse convite é seu. Filha não dê mais o endereço de dona Simone ela não gosto nada de receber esse convite.
– Ir manda para onde para esse barro pobre! – É aqui que você mora não é na casa minha patroa: - Alice vai muito em breve vai agradece tudo que têm por conta de privações maiores do que têm hoje. Falou Tatiana
– Do que está falando? Indagou a mãe. Falou Alice: – Deixa essa doida metida a para-normal.
– Agora chega de papo vão as duas lavar as mãos. Mando a mãe. O dia da festa chegou, Alice foi então com a irmã.
No meio da festa que Alice sofre um acidente enquanto, aposta com as amiga que consegui pula na piscina. Só que na hora do salto algo de errado; e a menina acabou perdendo os movimentos das pernas nos primeiros dias em casa a menina ficou só no quarto sem quere falar com ninguém. Até que uma manha a mãe foi até seu quarto lhe sacudiu e falou: – Alice acorda. Para quê? Parece tão cedo.
– Está na hora de ir por colégio.
– Eu não vou mais para o colégio.
- Vai sim.
– Todos vão ri de mim.
– Não vão ri não porque você não está pintada de palhaço.
– Eu não vou e pronto.
– Você pára com essa besteira ou eu vou dar em você.
A menina então deixou a mãe lhe arruma e foi para escola sem dá um pio.
Alice passou o recreio triste ao ver as outras crianças correndo e ela presa naquela cadeira. Quando termino o recreio a irmã antes de ir para sua aula; levou Alice para aula dela.
No almoço pergunto o pai: – Filha como foi a volta a escola?
– Que eu senhor acha uma droga. Respondeu Alice.
– Alice eu sei que é duro, mas essa é a sua realidade no momento. Você vai ter que enfrentá-la de frente. Disse o pai. – Lembre-se que têm o que planta você sabia que podia até perde sua vida naquela piscina e mesmo assim na hora de aparece para sua amiga não penso duas vezes. Falou Tatiana – Mandem essa bruxa maldita cala a boca dela. – Tatiana filha come guetinha.
No dia seguinte durante o recreio durante o recreio Felipa foi e Alice e Tatiana e fez o seguinte convite: – Menina o que você acham de passa o fim de semana lá em casa? – Naquela mansão! É claro que vou. Falou Alice. – Nós vamos se pai e a mãe deixarem. Falou Tatiana.
– Mamãe liga para sua mãe e convida vocês. – Quem vai cuida da mana.
– A empregada ora.
Á noite então Ângela ligou para Emilia.
– Alô aqui é Ângela mãe de Felipa.
– Sim as garotas me falaram que você iria liga, mas você tem certeza que quer as meninas ai. Alice precisa de mais cuidado agora do que outras meninas.
– Para isso é que ser empregados?
– Se não vai mesmo te dá trabalho as meninas vão. Na manha seguinte Felipa foi até Alice e falou: – Ai, amigas feliz em passa o fim de semana lá em minha casa?
– Estou sim.
– No outro fim de semana só eu que vou dormir lá na sua casa.
– Para que você quer passa o fim de semana naquela casa pobreza.
– Ser rica é bom não vou mentir, mas não é o mais importante na vida.
– O que é mais importante a minha felicidade a da minha família.
– Mas como pode não ser feliz no meio daquela riqueza toda?
– Mas só feliz. Apenas do mais valor a outra coisa.
– Cada maluco com a sua mania. Durante o Almoço falou Alice: – Não vejo á hora de chega o fim de semana.
–Alice só pensa nesse fim de semana. Falou Tatiana.
– Quer coisa melhor do que passa o fim de semana longe dessa pobreza.
– Alice você para com essa bobagem de ficar só pensando em bens matérias, que isso já está me irritando. Falou Joaquim á esposa: – Calma amor não está vendo, que isso é coisa de criança.
– Coisa de criança metida você quer dizer. Falou Emilia. O fim, de semana então chegou Ande da saída das filhas Emilia conversa com ás filhas.
– Se comporte. Na fale de boca, Digam pesam favor, obriga e obedeçam os adultos.
– Que saco mãe. Falou Alice.
– Na próxima vez, que te der uma ordem e você ver com essa de saco mãe te dou tapa na boca. – Desculpa mãe. – Estou levando, as garotas...
Falou Joaquim: – Pai o senhor vai com esse carro velho lá para Felipa.
– Alice; falei, para parar com essas besteiras de quere banca o que não é.
– Mas ir para aquela casa com esse carro velho nada vê.
–“ Cala boca Alice, que já estou com volta de lhe dar uns tapas”. Falou a mãe.
– Alice filha não irrita a sua mãe.
– Que saco. Emilia então deu no rosto de Alice; que chora. – Eu avise não quero minha filha de doze anos falando como caminhoneiro.
– É filha isso não é jeito de uma moça falar. Mas você não precisa bate na criança Emilia. Vamos filhas. Falou Joaquim.
Enquanto isso Angelina recomendava ao três filhos: Felipa, Tâmara e Sandro: – Se comporte Guiara vai ter mais duas criança, pra cuida. Quero que você colabore. Trate de obedece. – Eu não quero receber visita. Falou Sandro. – Como é seu pai e eu; é que mandamos aqui; no receberemos visita sim.
Depois de conversa com os filhos a Angelina foi á cozinha e falou a cozinheira: – Hoje no almoço você por favor faça todas aquelas coisas que criança, que adoram. E para sobremesa faça soverte. Após falar com a cozinha Angelina foi até ária de serviço e falou: – Guiara vamos ter a visita de duas crianças colegas de Felipa.
Umas delas é a menina que se acidento aqui na piscina. – Sim; mas ela não está paraplégica. – Está sim.
– Mas eu não me sinto preparada para cuida dela.
– Não têm mistério é uma criança como qualquer outra.
Só vai precisa dar banho, coloca-la no vaso, na cama, na cadeira.
– Se é como senhora está falando eu cuido dela. Tatiana e Alice chegaram, com Joaquim. – Bom dia dona Angelina.
– Dona Angelina porque se temos a mesma idade. Guiara vem busca as coisas das meninas. Guiara fez o que a patroa mandou.
– Bom agora vou indo Tatiana e Alice olhar o que nós conversamos dentro de casa. Falou Joaquim.
– Não mesmo Joaquim vai toma um suco comigo lá na varanda.
– Não quero dar trabalho.
– Não vai me dá trabalho; vai dá trabalho, pra empregada.
– Está bem vou tomar esse suco com você.
– Já na varanda tomando um suco de uva pergunto Joaquim e Tavares?
– está no escritório.
– Em pleno sábado?
– Conhece aquele ditado que gato sai os ratos fazem á festa esse ditado cabe perfeitamente para os empregado de meu marido.
– Mas vale á pena olha o lugar que vocês moram.
– Vale sim. Ser rico é bom como falar Sandro. Mas gostaria que Tavares ficasse mais em casa sinto tanta falta dele.
– Mas ele está só preocupado em dar uma vida decente para você e, para criança.
– Chega de me lamenta.
Você que tinha tudo para está se lamentando; esta alegre. Me cinto tão culpada pelo o que houve com Alice.
– Não se sintam foi, acidente.
– Eu sei, mas foi em minha casa me sinto responsável. –
Criança são assim mesmo incontroláveis. – Como está o tratamento dela.
– O médico falar que é muito cedo saber se Alice vai anda novamente ou não.
Enquanto isso no jardim pergunto Felipa á Alice quando vai anda: – Desculpa pergunta mas o que, o médico fala sobre você volta anda?
– Quer me iludi falar, que talvez se caprichar na minha fisioterapia eu possa anda no futuro. Falou Tatiana: – Ela não vai anda enquanto não aprender o que têm que aprender com essa deficiência.
– Do que ela está falando? Indagou Felipa. – Nada ela tem maninha de que pode prever o futuro. Falou Tâmara você ver o futuro então o teremos para o almoço?
– Arroz feijão, bife, batata frita e salada de alface.
– Para Tatiana vou corta para a mãe está o que vai acontece. E foi exatamente o almoço. A noite quando todos dormiam Alice falava a Deus: – Desculpa por reclama da pobreza. Coloque-me, de pé, que não reclamo mais da vida. Alice então amanheceu sentindo suas pernas. E um mês depois estava de pé.
Fim.
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